Bem vindo!!!

Que o Senhor te abençoe, te proteja e te guarde hoje e sempre!!!!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Texto da Marli Parizotto

A CARIDADE

Desde o ano passado eu tenho me questionado a respeito da minha conversão e por isso oro, pesquiso, estudo, medito a Bíblia, as homilias durantes as missas, os sites católicos na internet, livros, e conversando com as pessoas que conheço.
É engraçado como tudo acontece na minha cabeça... Imaginem uma receita qualquer. Bom, primeiro a gente reúne todos os ingredientes na mesa, que é para facilitar e ter tudo à mão; depois a gente vai misturando cada ingrediente, aos poucos e devagar, para aí sim, bater vigorosamente por uns bons minutos e colocar na assadeira, e só aí vai para o forno descansar e formar um delicioso alimento.
Assim acontece comigo, e por isso fico semanas e meses acrescentando informações, misturando textos, versículos, relacionando fatos, testemunhos, e então, eis que aparece do fundo do coração, o aprendizado. Ele vem forte, enraizado, e aí eu preciso “botar prá fora” de alguma forma o que aprendi, tão impetuoso que surge o pensamento e por isso preciso escrever.
Eu acreditava ser uma pessoa caridosa, e fiquei decepcionada quando descobri o contrário... Minha mãe era uma “filha de Maria”, e sempre me ensinou  ajudar a quem precisava, visitar doentes, rezar pelos necessitados, e eu cresci achando que isso era caridade. Isso tudo pode ser caridade sim, mas depende de um coração puro e consciente. Lembra quando Jesus disse: “...se não vos tornastes como crianças, não entrareis no reino dos céus...”(Mt 18, 3); as crianças são até desconcertantes às vezes na expressão dos seus sentimentos: elas dizem “eu gosto” com a mesma naturalidade que dizem “não gosto”, e continuam brincando, alegres e em paz. 
Quando praticamos obras de misericórdia como prescreve a Igreja, elas precisam estar repletas dessa caridade ou nada acrescentarão a nossa vida, será apenas esmola (“eu vou te dar porque tenho mais, sou melhor”), desobriga de “pseudocrístão” (“eu vou te dar porque é ordem da Igreja”), ou apenas um palco para a exibição da vaidade (“vejam como sou bonzinho, como ajudo a quem precisa”).
Jesus não disse: “Eu sou o Filho de Deus, sou o maior e por isso faço tantos milagres”. O que Ele disse foi: “Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor.” (Jo 15, 9). E o que é a caridade senão o amor que nos une a Jesus? Claro, porque Ele nos amou de tal modo que deu a Sua vida para nos salvar. Ele disse sim a Deus Pai. E Deus Pai, então? O que Ele deu para nossa salvação? Seu único Filho. Você daria a vida  de um filho seu para salvar outras vidas? Isso é caridade: dar com amor e alegria, daquilo que você tem e preza.
E Jesus disse mais: “É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei.” (Jo 15,12). Amar desse jeito é amar como as crianças: sem interesse, amar porque simplesmente ama amar, porque sente alegria em amar.
Analisando a minha vida descobri que dei muita esmola, acariciei bastante meu ego, mas descobri que também pratiquei caridade, essa caridade verdadeira.  E quando isso me aconteceu, eu colhi os frutos dos quais guardo até hoje o doce sabor: alegria, paz, amizade, comunhão...
São Paulo fala que “a caridade é paciente, benigna; não é invejosa, nem altiva ou orgulhosa; não é inconveniente e nem procura o próprio interesse... tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1Cor 13, 4-7)
Realmente o que São Paulo ensina leva-nos à comunhão fraterna, mas precisamos ter coragem ao olhar bem para dentro de nós e perceber o verdadeiro sentimento que nos impulsiona a praticar um ato de caridade. O ser humano tem a tendência de ser benevolente consigo próprio, se ver como pessoa boa e solidária.
 Apreendi disso tudo que caridade é a expressão do amor através das obras praticadas. Aprendi que o amor é o princípio, o meio e o fim. A caridade é uma declaração de amor a Deus-Pai, que tudo criou para nós; olhe prestando bastante atenção em cada detalhe na natureza, por exemplo, a riqueza da diversidade humana, o funcionamento do corpo humano, etc...
É também uma declaração de amor a Jesus Cristo, que nos amou primeiro, e com um amor radical, tão intenso que nos deu a graça da irmandade ao lavar  com Seu sangue precioso os nossos pecados.
Senhor quero me consumir de amor. Amor à Santíssima Trindade; amor aos meus irmãos, e assim, com a Vossa graça, poder um dia, descansar na Vossa presença. Paz e bem!

Texto: Marli Parizotto
Olá pessoal tenho postado em meu blog texto enviados a mim por paroquianos, porque os considero uma grande riqueza e não quero guardá-los só para mim... por isso estou partilhando sabedoria... e isso me concede uma alegria muito grande. Abraço e que Deus abençoe a todos!!!

Pe. Anderson

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Crônica sobre Pais e Filhos!

FILHOS: ESPELHO DOS PAIS

Enfim passamos do século XX para o século XXI, e isso já tem dez anos... Quantas expectativas! Eu me lembro que ainda criança, imaginava carros voadores, calçadas rolantes, fornos de cozinha inteligentes preparando com apenas um click, os mais deliciosos pratos, que seriam lavados por máquinas... Bem, é claro que eu assistia os Jetsons!
Realmente a tecnologia avançou bastante, mas ainda muita coisa idealizada continua no plano dos sonhos. E o homem? O que aconteceu com o ser humano?
Há um bom tempo tenho notado nos noticiários o aumento de crimes cometidos dentro das famílias e por seus membros, e por que motivos? Dinheiro, drogas, e até intolerância.
Bem, quando criança eu queria possuir os brinquedos que via na TV, roupas e sapatos do ultimo comercial, queria as guloseimas que tão habilmente mostradas na mídia... E acho que como acontecia comigo, deve ter acontecido com outras crianças e acontece até hoje.
 Quando cresci, queria trabalhar e ganhar muito bem para “dar ao meu filho aquilo que meus pais não puderam me dar”.  Mas... que nada! Eu não via a hora de chegar em casa para andar de carrinho de rolimã ele; andar de bicicleta; nadar no rio nos fins de semana; passear, estar com ele. Sabe, até nas baladas eu ia com ele! Participei das reuniões na escola até ele concluir o 2º grau. Eu cresci junto com meu filho e as lembranças que tenho é o maior e mais precioso tesouro que possuo, e essa riqueza vai me acompanhar até a eternidade. Não é lindo?!
Eu aprendi ser assim com a minha mãe: dar importância ao que realmente é importante, e depois de Deus, é a família! Era como um ritual: a caneca de café com leite quentinho que a mamãe preparava (era só café, leite e açúcar... mas ficava tão cremoso que até hoje sinto o gosto na boca!) e a gente contava tudo que tinha acontecido naquele dia, pouco importava a hora, mesmo que fosse de madrugada era sempre assim. Que hora mais deliciosa...
E caçar com papai na mata perto de casa e nadar nos rios! Eu fui criada como um moleque até meus 10 anos e acho que até hoje ainda sou meio “moleca”...
Tudo isso é que faz a gente sentir a importância da família. A estrutura emocional, os valores, a ética, que vão alicerçar a personalidade das crianças. Isso é tão importante e marcante que quando adultos, sem nem perceber estamos repetindo nossos pais... e justamente naquilo que quando jovens, dizíamos: “nunca farei isso...”
O que quero dizer é que desde que nascemos gravamos na memória os modelos que temos à nossa volta. Gravamos os comportamentos de alegria e tristeza, medo e coragem, timidez e agressividade, sabedoria, e é com essa fonte que enfrentamos as situações e formamos a nossa personalidade. Os jovens estão muito inteligentes hoje, porém ansiosos demais; eu diria que eles são acelerados em tudo e por isso se tornam superficiais e não conseguem gravar os modelos que admiram para guiá-los.  E se os pais estiverem ausentes, que modelo será o influenciador e formador da criança? A TV, o videogame, a internet?
Ter independência e estabilidade financeira é importante, mas nossos filhos são mais importantes. Eles são jóias raras; cada um é único, não existe outro igual. E não são nossos, são de Deus, e teremos de prestar contas quando Ele nos chamar, e o que vamos dizer? É preciso que os pais conheçam realmente seus filhos, viver a vida com os filhos não é tolher a liberdade deles, mas respeitá-los. Quem ama se importa; quem ama cuida; quem ama respeita.
Se os crimes na família e na sociedade aumentam a culpa é nossa que não soubemos ajudar na formação da personalidade dos nossos jovens, porque estávamos ocupados demais trabalhando... ou cansados demais para dar atenção a eles...
Temos tempo ainda. Vamos corrigir isso? Eu já dei meu primeiro passo, e você?

Paz e Bem!

Postei essa crônica que é uma contribuição de minha paroquiana Marli Parizotto
Obrigado a Marli por ter compartilhado conosco seus pensamentos e sentimentos!

Deus abençoe a todos! Pe. Anderson

sábado, 15 de janeiro de 2011

Sugestões às Equipes de Música

Retirei este texto do site presbiterose gostaria de partilhar com vocês aqui no Blog, façam bom proveito

Sugestões litúrgicas – Às equipes de música

1. Reunião… muito bem. Ensaio… ótimo. E a oração juntos? E a adoração juntos? Se não rezam juntos, um CD seria melhor…

2. Cantores: às vezes, o silêncio é o melhor canto.

3. Cantores: o improviso é uma arma que o diabo tenta enfiar na Missa: distrai, tira a paz, irrita, causa brigas e ainda fica feio.

4. Seria bom que os cantos tivessem alguma relação ou com o Tempo Litúrgico que se vive, ou com os textos da Liturgia da Palavra do dia ou com o momento que se está na Missa.

5. Há uma diferença razoável entre banda (show, animação, bota pra quebrar) e ministério de música (celebração, adoração, corações ao alto).

6. O canto final é a última mensagem da Igreja para aquele povo que foi à Missa. Não pode ser considerado um mero “canto de dispersão da assembléia”.

7. Nunca é demais lembrar algumas orientações do Santo Padre São Pio X:
a música sacra deve possuir, em grau eminente, as qualidades próprias da liturgia, e nomeadamente a santidade e a delicadeza das formas, donde resulta espontaneamente outra característica, a universalidade.

Deve ser santa, e por isso excluir todo o profano não só em si mesma, mas também no modo como é desempenhada pelos executantes.

Deve ser arte verdadeira, não sendo possível que, doutra forma, exerça no ânimo dos ouvintes aquela eficácia que a Igreja se propõe obter ao admitir na sua liturgia a arte dos sons. Mas seja, ao mesmo tempo, universal no sentido de que, embora seja permitido a cada nação admitir nas composições religiosas aquelas formas particulares, que em certo modo constituem o caráter específico da sua música própria, estas devem ser de tal maneira subordinadas aos caracteres gerais da música sacra que ninguém doutra nação, ao ouvi-las, sinta uma impressão desagradável.

Estas qualidades se encontram em grau sumo no canto gregoriano, que é por conseqüência o canto próprio da Igreja Romana, o único que ela herdou dos antigos Padres, que conservou cuidadosamente no decurso dos séculos em seus códigos litúrgicos e que, como seu, propõe diretamente aos fiéis, o qual estudos recentíssimos restituíram à sua integridade e pureza.

Por tais motivos, o canto gregoriano foi sempre considerado como o modelo supremo da música sacra, podendo com razão estabelecer-se a seguinte lei geral: uma composição religiosa será tanto mais sacra e litúrgica quanto mais se aproxima no andamento, inspiração e sabor da melodia gregoriana, e será tanto menos digna do templo quanto mais se afastar daquele modelo supremo. (Peço licença para interromper o Santo Padre e fazer uma sugestão: os monges de Abadia da Ressurreição em Ponta Grossa tem um vasto material de Canto Gregoriano em português, por que não utilizá-lo para depois introduzir os cantos em latim?)

O canto gregoriano deverá, pois, restabelecer-se amplamente nas funções do culto, sendo certo que uma função eclesiástica nada perde da sua solenidade, mesmo quando não é acompanhada senão da música gregoriana.

Procure-se nomeadamente restabelecer o canto gregoriano no uso do povo, para que os fiéis tomem de novo parte mais ativa nos ofícios litúrgicos, como se fazia antigamente.

A Igreja tem reconhecido e favorecido sempre o progresso das artes, admitindo ao serviço do culto o que o gênio encontrou de bom e belo através dos séculos, salvas sempre as leis litúrgicas. Por isso é que a música mais moderna é também admitida na Igreja, visto que apresenta composições de tal qualidade, seriedade e gravidade que não são de forma alguma indigna das funções litúrgicas.

Todavia, como a música moderna foi inventada principalmente para uso profano, deverá vigiar-se com maior cuidado por que as composições musicais de estilo moderno, que se admitem na Igreja, não tenham coisa alguma de profana, não tenham reminiscências de motivos teatrais, e não sejam compostas, mesmo nas suas formas externas, sobre o andamento das composições profanas. (S. Pio X. Motu próprio TRA LE SOLLICITUDE)

8. Sei que alguém poderia dizer: Mas esse negócio de canto gregoriano é de antes do Concílio, o Papa São Pio X é do início do século XX… Hoje, depois do Concílio as coisas tem que ser novas. Por isso: A Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por isso, na acção litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro lugar.” (Sacrossanctum Concilium, n. 116)

9. Penso ser bom recordar que profano aqui não quer dizer pecaminoso, mas fora do uso litúrgico. Dou um exemplo: Eu tenho tanto pra lhe falar, mas com palavras não sei dizer… Não é uma música pecaminosa, mas profana. Fala da beleza do amor humano e outros valores muito elevados, mas não serve para a liturgia, mesmo que se diga que se está cantando para Jesus…

9. Por isso Rock, Baião, Sertanejo Universitário, Samba e outros modos musicais não podem ser utilizados na liturgia. Então, os instrumentistas tomem muito cuidado para não darem um “ar” de rock ou outros estilos musicais as músicas litúrgicas. Especialmente aquelas mais tradicionais.

10. É certo que alguns pensam que a introdução de ritmos profanos na liturgia pode atrair mais pessoas para a Igreja, seria bom recordar aqui o nosso atual Papa: “Diria que uma Igreja que procura sobretudo ser atraente já estaria num caminho errado, porque a Igreja não trabalha para si, não trabalha para aumentar os próprios números e, assim, o próprio poder.” (Bento XVI em entrevista durante a viagem para a Inglaterra. 16 de setembro de 2010).

11. Não se trata de querer as Igrejas vazias. A Igreja deve ser diferente, e os seus cantos também. E é essa diferença (que não é esquisitice) que atrai.

12. Termino com um pensamento otimista: O NOSSO POVO É CAPAZ. Não nivelemos por baixo! Não tratemos o nosso povo como pessoas ignorantes! Ensinemos com paciência, constantemente, e veremos ressurgir o que se destruiu por falta de compreensão do que ensina a Igreja.

Pe. Antonio Paes Júnior.

Fonte Site: www.presbiteros.com.br


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

É preciso ser uma nova criatura em Cristo Jesus!

“Se alguém está em Cristo, é nova criatura!” (2Cor 5,17)

           
            Amados irmãos e irmãs, feliz Ano Novo! Mais uma vez estamos iniciando um novo ano, cheio de expectativas e esperanças, principalmente de uma vida melhor e mais feliz.
            Contudo, não podemos nos esquecer de que para que o nosso ano seja de fato “novo”, nós também precisamos ser pessoas “novas”, transformadas, pois, nada acontece em nossa vida sem a nossa cooperação.
            Por isso, São Paulo tem um conselho que pode nos ajudar muito na busca desse ano e dessa vida nova. Na 2ª Carta aos Coríntios ele vai afirmar que: “- Se alguém está em Cristo, é nova criatura;” sendo assim, seguindo o conselho de São Paulo, já temos uma luz que pode nos iluminar durante todo esse novo ano.
            A vida nova em Cristo consiste, como ensina São Paulo, em deixar-se conduzir pelo Espírito e não pela carne (nossas tentações). Durante este novo ano seria ideal que buscássemos nos libertar do egoísmo, da vaidade, do consumismo e da busca do poder. Só deixando de lado essas coisas, é que poderemos dar a Deus o espaço em nosso coração, que lhe é de direito, para que assim, Ele se torne o centro da nossa vida. Sem Deus a vida humana é fragmentada e a relação fraterna inconsistente, não há felicidade verdadeira fora de Deus, e nem haverá ano verdadeiramente novo longe Dele. Em Deus podemos descobrir a verdade sobre nós e sobre o mundo, a beleza e a grandeza do homem criado à imagem de Deus. Com Deus tudo é possível, tudo ganha sentido e se plenifica.
            Durante este novo ano, somos, portanto, convidados a orientar nossa vida segundo o Espírito Santo, sendo assim, nada melhor do que buscarmos então para este novo ano, uma vida de mais oração, de mais prática da caridade, uma vida mais eucarística, pois precisamos de “armas” que nos ajudem nessa luta contra as más inclinações.
            Também seria de muita valia, se aumentássemos o nosso contato com a Palavra de Deus, e gastássemos mais tempo a meditá-la e ouví-la, para que ela pudesse “iluminar a nossa vida”. No quadro destas recomendações, tracemos um programa de exercícios de espiritualidade e vivência da fé, que de fato nos impulsionarão para uma vida verdadeiramente nova, fazendo-nos criaturas novas. Não vivamos à improvisação e ao sabor do momento, nossa vida precisa ser programada, articulada, mesmo que haja imprevistos e ações inesperadas, é preciso ter um foco, uma meta, nossa busca por uma vida nova precisa ser real, para que realmente sejamos transformados.
             A vida espiritual, segundo uma imagem de São Paulo, é como uma corrida de competição ou como um combate que se trava. Temos um guia e treinador competente que é Jesus. Não podemos, porém, esquecer as resistências e os obstáculos e, por isso, recorrer aos apoios indispensáveis para os vencer. A comunidade, a paróquia, nossa família pode nos ajudar muito a vencer estes obstáculos, saibamos valorizar o que realmente importa, deixemos de lado o que é supérfluo, não vamos desistir; nossa felicidade só será completa se acreditarmos no que somos, ou melhor, se crermos naquilo que Deus pode fazer conosco se a Ele nos entregarmos de coração. Sejam felizes, sigam em frente! Feliz e Santo Ano Novo! Deus vos abençoe!

Pe. Anderson Daniel Lopes